Keila Costa, das pistas de areia batida, aos Jogos Olímpicos

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Ex-aluna Keila Costa, referência nacional nos saltos triplo e em distância quer formar novos atletas olímpicos como educadora física

Da Redação – Oriunda de um projeto social em Abreu e Lima, na região metropolitana de Recife, a ex-aluna do curso de Educação Física da Anhanguera de São Bernardo – unidade Rudge Ramos, Keila Costa não imaginava que os saltos nas pistas de terra batida a levariam a uma trajetória de 25 anos dedicados ao salto triplo com medalhas em jogos panamericanos e disputa de quatro Jogos Olímpicos.

“De todas as minhas conquistas, a maior de todas foi ter me graduado em Educação Física na Universidade Anhanguera de São Bernardo. Hoje pretendo como treinadora e professora poder desenvolver novos talentos do esporte”, comenta a atleta.

Inclusão pelo esporte

A primeira semente de Keila como treinadora foi plantada em 2018 com a participação no projeto Caravana do Esporte, que teve apoio da Anhanguera, em São Bernardo do Campo. O evento despertou na atleta olímpica o desejo de realizar algumas atividades esportivas com crianças da rede pública do município.

“As crianças precisam de uma oportunidade. Foi o que eu tive lá em Abreu Lima. Do projeto que vim o foco era a inclusão por meio do esporte, acabei virando atleta. O treinador me levava nas competições e eu acabava me destacando. Ele viu que eu tinha um talento maior para o atletismo e comecei a participar de competições e não parei”, conta Keila, que após a participação nos Jogos Olímpicos em Tóquio, no ano que vem pretende colocar em prática seu sonho como educadora física.

História de superação

Dos saltos que dava descalça nas aulas de Educação Física, passando pelas pistas de terra batida, até chegar ao ápice de quatro participações olímpicas, Keila superou muitos desafios, incluindo as lesões causadas do esporte, mas sempre com o sorriso no rosto. Sua brilhante trajetória conta com recorde em salto triplo sulamericano, em 2007, medalhas de prata nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro (2007) e Toronto (2015), além das diversas competições internacional que participou levando o nome do Brasil.

“Fui para Atenas (2004), Pequim (2008), Londres (2012) e Rio (2016). Já passei por muitas emoções, conquistas e também adversidades quando tive lesões nos jogos do Rio. Mesmo assim nunca pensei em desistir. Fiz todo o tratamento, fortalecimento e voltei a treinar e competir forte nas próximas disputas. Depois quero levar o esporte como ferramenta de inclusão, pois sei que transforma vidas”, finaliza a atleta.

Sobre a Anhanguera

Fundada em 1994, a Anhanguera já transformou a vida de mais de um milhão de alunos, oferecendo educação de qualidade e conteúdo compatível com o mercado de trabalho em seus cursos de graduação, pós-graduação e extensão, presenciais ou a distância.

Presente em todos os estados brasileiros, a Anhanguera presta inúmeros serviços gratuitos à população por meio das Clínicas-Escola na área de Saúde e Núcleos de Práticas Jurídicas, locais em que os acadêmicos desenvolvem os estudos práticos. Focada na excelência da integração entre ensino, pesquisa e extensão, a Anhanguera oferece formação de qualidade e tem em seu DNA a preocupação em compartilhar o conhecimento com a sociedade também por meio de projetos e ações sociais.

Em 2014, a instituição passou a integrar a Kroton. Para mais informações, acesse: http://www.anhanguera.com

Sobre a Kroton

A Kroton é uma companhia brasileira e uma das principais organizações educacionais do mundo, proporcionando ensino de qualidade durante todos os momentos da vida dos alunos, desde o ensino básico até a educação continuada. Com atuação inovadora, a Kroton é líder no desenvolvimento e aplicação de soluções educacionais. Em seus mais de 50 anos de tradição, já contribuiu para a transformar a vida de milhões de pessoas, e trabalha para continuar concretizando sonhos em todos os cantos do país.

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