Final da Superliga põe em disputa o melhor do vôlei feminino do Brasil

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Da Redação – Com cinco títulos para cada uma das equipes, Vôlei Nestlé e Rexona-Sesc disputam neste domingo, a partir das 10h, no Rio de Janeiro, o 11º confronto decisivo entre as equipes, em busca do desempate nas conquistas, e a certeza de mais um grande jogo. O tira-teima será na Jeunesse Arena, com transmissão de TV Globo, SporTV e RedeTV. A certeza é que a final vai reunir as duas principais e mais fortes equipes nacionais, ambas credenciadas a ficar com o título da Superliga de Vôlei Feminino.

Camila Brait está em Osasco desde 2008 e vai para sua sétima final de Superliga, sendo as seis anteriores diante do maior rival. “A ansiedade é inevitável. Vou para minha sétima final, mas cada ano é uma história diferente. Nessa temporada nossa Superliga foi de superação. Tudo que fizemos até aqui foi por nossos méritos. O Vôlei Nestlé não está satisfeito de só ter chegado na final. Batalhamos a competição inteira para estar aqui e queremos conquistar esse título”, afirma a jogadora.

Dani Lins comenta sobre a importância de encontrar um equilíbrio entre intensidade e tranquilidade. “Sabemos que em uma final tem ansiedade. Logicamente que temos que entrar com vontade de ganhar, mas é importante também saber que em etapas do jogo, dependendo de como estiver o placar, é fundamental ter lucidez, paciência e tranquilidade de fazer nosso melhor, evitando os erros. O excesso de vontade pode atrapalhar e às vezes é difícil encontrar esse equilíbrio. Sinto o Vôlei Nestlé bem consciente quanto a isso”, assegura a levantadora.

Equipamentos que ajudam o trabalho – O técnico Luizomar e sua comissão técnica utilizaram durante a temporada dois equipamentos que auxiliaram na parte técnica e também na de recuperação física e médica. Os aparelhos continuaram sendo utilizados na semana da decisão e foram importantes durante o processo de caminhada até a final.

Na parte médica, o aparelho “Game Ready” foi usado para uma rápida e eficiente recuperação muscular. “É um sistema portátil que se utiliza da compressão e da crioterapia para acelerar o processo de recuperação das atletas. Ele otimiza a drenagem linfática da área afetada, diminuindo o edema, a dor e o processo inflamatório”, explicou Thiago Moreira, fisioterapeuta do Vôlei Nestlé.

Além dele, o Vôlei Nestlé fez uso do medidor de velocidade para mensurar a aceleração do saque das atletas, servindo de parâmetro para evolução de um dos fundamentos em que o time de Osasco mais cresceu durante a Superliga, sendo o segundo colocado entre os clubes e tendo Tandara como líder individualmente.

Nutrindo os Sonhos dos Jovens – De olho no futuro e na nova geração do vôlei brasileiro, o Vôlei Nestlé reforçou o DNA de seu projeto ao firmar parceria com o Programa Global “Nutrindo os Sonhos dos Jovens”, lançado pela Nestlé na Europa em 2013 e que chegou ao Brasil no final de 2015. A equipe para a temporada 2016/17 apresenta uma mescla de atletas experientes com jovens que buscam espaço em um clube tradicional como Osasco. Jogadoras vitoriosas e consagradas como Carol Albuquerque, Dani Lins, Tandara e Camila Brait são as mentoras das novatas. O programa está voltado para a capacitação de jovens para qualificá-los profissionalmente.

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