Da Redação – A 38ª Subseção da OAB Santo André, assim como demais entidades de classe da região Grande ABC, recebeu com surpresa e insatisfação a notícia da flexibilização heterogênea da quarentena por parte do Governo do Estado de São Paulo.
A região das setes cidades, que comporta hoje seis Subseções da Ordem dos Advogados do Brasil, tratou com responsabilidade o isolamento social visando a preservação do maior número de vidas possíveis e vem alcançando resultados que servem de referência.
Não obstante, já tem lidado drasticamente com as consequências socioeconômicas do isolamento social e agora, com o comércio aberto na capital, mas não nos municípios, perderá mais uma vez comprometendo inclusive uma retomada gradual, já que muitos de nossa região trabalham em São Paulo.
O critério para a escolha da não flexibilização na região mostra-se falho quando a taxa de ocupação das UTIs nas sete cidades tem uma média de 70%, enquanto na cidade de São Paulo esse mesmo índice é de 85%. O que mostra o erro científico nos critérios do Estado.
A OAB Santo André, em encontro ao posicionamento das prefeituras da região, principalmente do município de Santo André, requer uma revisão na análise para que de acordo com a ciência médica e melhores práticas de Políticas Públicas a situação do Grande ABC na pandemia da Covid-19 seja integrada à visão da análise que foi dada à capital paulista.


Nenhum comentário on "Nota da OAB Santo André sobre a não flexibilização da quarentena"