Sem a reforma tributária, Brasil não conseguirá recuperar a sua economia

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  • Luiz Carlos Hauly – As recentes declarações de que o Congresso fará uma reforma tributária “possível” em vez da “ótima” acenderam o sinal de alerta entre especialistas que acompanham o assunto e já realizaram estudos provando que as mudanças nessa área precisam ser radicais para o Brasil voltar a crescer.

“As reformas que já aconteceram no Congresso, como a da Previdência e trabalhista, tiveram seus méritos. Mas a reforma decisiva para o Brasil, aquela que vai permitir a recuperação econômica do país, é a tributária. E ela demanda coragem do Congresso”, defende ele.

“Não há sentido em termos mais uma reforma fatiada. Foram 17 minirreformas desde 1989 e o resultado foi o aumento da carga tributária de 22,8% do PIB à época para os atuais 35%. Nos últimos dez anos o nosso crescimento foi próximo de zero, sendo R$ 500 bilhões anuais de renúncias fiscais, o estoque de dívida ativa alcança R$ 3 trilhões e do contencioso tributário outros R$ 5 trilhões. R$ Além de R$ 1,8 trilhão que permanece na informalidade, gerando uma sonegação anual de R$ 600 bilhões. Por conta disso este ano o Brasil deixou de ser uma das dez maiores economias do mundo”, enumera Hauly.

Destrava Brasil defende uma reforma tributária ampla, geral e irrestrita, BASEADA NO TRIPÉ: Simplificação radical da Base Consumo, Renda e Patrimônio; Cobrança eletrônica com tecnologia 5.0, no ato da transação de compra e venda; Diminuição radical da exorbitante carga tributária, sobre as famílias que ganham menos, de forma fraterna e solidária. E COM DUAS REGRAS DE OURO: Não aumentar Carga Tributária para a Sociedade (Pacto Social); Não mexer na partilha dos três Entes Federados (Pacto Federativo).

Luiz Carlos Hauly, economista e consultor tributário, porta-voz do Destrava Brasil

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