Sehal continua luta para estabelecimentos abrirem além das 22h

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Ação judicial visa igualdade em horário de funcionamento para período diurno e noturno

Da Redação – O Sehal (Sindicato das Empresas de Hospedagem e Alimentação do Grande ABC) continua a disputa judicial com o Governo do Estado de São Paulo. O sindicato patronal protocolou um aditamento ao mandado de segurança já impetrado contra o decreto estadual com o objetivo de estender o horário de funcionamento de bares, restaurantes, pizzarias e similares na região do ABC além das 22 horas.

O objetivo da ação é demonstrar a insatisfação da categoria com o horário estabelecido até 22h e que a escolha das seis horas de funcionamento deve ficar a critério do empresário, conforme o que convém para o seu estabelecimento. 

De acordo com a advogada da entidade, Denize Tonelotto, a luta continua pela isonomia, a igualdade entre os estabelecimentos. Embora quem trabalhe a noite tenha permissão para atender até 22h, o empresário não terá o mesmo tempo de atendimento de quem atua durante o dia. “Quem abre à noite, começa seu expediente por volta das 18h30. Portanto, ele terá apenas três horas e meia de trabalho. Diferentemente do período diurno em que o estabelecimento consegue abrir durante as seis horas autorizadas”, explica.

Os bares, restaurantes e similares estão permitidos funcionar até 22h desde 6 de agosto, dia da publicação do decreto estadual. Antes, a autorização era até 17h. “O novo regulamento ainda não atende a nossa categoria, não trata os empresários com igualdade, pois todos precisam faturar e não apenas quem trabalha durante o dia. O tratamento é diferente para um e para o outro”, afirma a advogada.

O presidente em exercício do Sehal, Wilson Bianchi, disse que categoria está preparada para cumprir todos os protocolos de segurança exigidos pelos órgãos governamentais, de modo a garantir aos clientes e colaboradores a segurança necessária para a retomada consciente das atividades. Reforça ainda que o trabalho durante seis horas permitirá um sopro de vida para aquelas empresas que já estão afogadas em dívidas e que se não puderem trabalhar terão que demitir os poucos colaboradores que ainda estão na ativa. “Temos que evitar a falência dos empresários e manter os empregos para restaurar a economia do ABC”, acrecenta Bianchi.

Sobre o SEHAL

Fundado em 12 de julho de 1943, o sindicato é uma entidade sem fins lucrativos e tem como objetivo apoiar os empresários reciclando conhecimento em várias áreas. Representa cerca de nove mil estabelecimentos na Região do Grande ABC Paulista. Fornece apoio com profissionais renomados nas áreas jurídicas, sanitária, organizacional, parceria com escolas e faculdades, além de lutar pela simplificação da burocracia nos âmbitos municipal, estadual e federal com redução dos impostos e ainda contribuir para a qualificação dos empresários e trabalhadores.

Oferece ainda cursos gratuitos ou com condições especiais para associados e ministrados por professores altamente qualificados, em salas de aula equipadas com data show, cozinha completa com utensílios e insumos para as aulas práticas. É também considerado um dos sindicatos patronais mais atuantes do Brasil em razão das diversas conquistas e expansão no número de associados.

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