Scheidt fatura o vice na 1ª prova do ano olímpico, nas Ilhas Canárias

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Bicampeão dos Jogos abriu a preparação de 2021 para Tóquio com o 2º lugar na Lanzarote Winter Series (Espanha), com duas vitórias em dez regatas

Da Redação – Robert Scheidt começa 2021 da mesma forma que terminou 2020: no pódio. Na primeira competição do ano da Olimpíada de Tóquio, o velejador brasileiro conquistou o vice-campeonato no Lanzarote Winter Series.

A competição terminou nesta quinta-feira (28), na raia montada no litoral do arquipélago das Ilhas Canárias, na Espanha. O resultado comprova a boa forma do bicampeão olímpico de 47 anos. Em dezembro do ano passado, em Vilamoura, ele foi o terceiro colocado na classe Laser do 3rd Portugal Grand Prix – round 1. 

A competição da classe Laser do Lanzarote Winter Series contou 31 participantes e com dez regatas, em três dias. Scheidt venceu duas e ainda teve dois segundos lugares e um terceiro entre os seus melhores resultados. Construiu uma média com 58 pontos perdidos. O campeão, o francês Jean Baptist Bernaz, fechou a competição com 45 pontos perdidos. O terceiro lugar foi do italiano Giovanni Coccoluto, com 64pp. 

“O campeonato teve um bom nível técnico, com vários velejadores estrangeiros na raia. Foi um período ótimo de treinos e aproveitei bastante a oportunidade, já que tivemos boas condições de velejada, com clima quente em relação ao inverno europeu, e isso acaba sendo um paraíso. Agora é seguir em frente na preparação para os Jogos de Tóquio”, comentou o bicampeão e maior medalhista olímpico do Brasil, com cinco pódios, patrocinado pelo Banco do Brasil e Rolex e que conta com o apoio do COB e CBVela. 

Recorde olímpico – Com vaga garantida na classe Laser para os Jogos do Japão, Robert Scheidt está prestes a disputar o maior evento esportivo do planeta pela sétima vez, um recorde entre os atletas brasileiros.

Scheidt retornou à classe Laser em 2019, após quase três anos ausente, desde os Jogos do Rio/2016, onde terminou na quarta colocação, mesmo vencendo a medal race. Nesse período de readaptação às novas técnicas e nova mastreação, cumpriu seu objetivo principal, que foi o índice para Tóquio, com o 12° lugar no Campeonato Mundial da Classe Laser 2019, em Sakaiminato, no Japão. Ele confirmou a vaga no Mundial da Austrália, em fevereiro de 2020, quando chegou à flotilha ouro e foi o melhor brasileiro na disputa. 
 
Maior atleta olímpico brasileiro – Eleito, em março de 2020, o maior atleta olímpico do Brasil, em votação coordenada pela Rede Globo com os maiores medalhistas olímpicos do País. Na comemoração dos 100 anos de história do Brasil nos Jogos Olímpicos, no início de agosto deste ano, ficou em segundo lugar em votação de 100 jornalistas, atrás apenas de Adhemar Ferreira da Silva e à frente de Joaquim Cruz, seus ídolos que muito o inspiram. 

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