Verdão perde do River, e pega Boca ou Peixe na final da Liberta

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E o ‘pastelão’ e peripécias do VAR continuam se sobressaindo ao futebol

Da Redação – O Palmeiras é o primeiro finalista da Taça Conmebol Libertadores da América e espera agora pelo adversário na final, entre Boca Juniors e Santos. O Palmeiras perdeu do River Plate, por 2 a 0, nesta terça-feira (12) por 2 a 0, no Allianz Park, mas como venceu o primeiro jogo por 3 a 0, no placar agregado fará a final com o vencedor de Boca e Santos.

Depois de fazer 3 a 0 na Argentina, o time brasileiro soube neutralizar o ímpeto de los hermanos, além da catimba e das provocações dos argentinos para chegar à final da Liberta 2020. O Verdão foi completamente dominado e mesmo com a derrota por 2 a 0 imposta pelo River Plate, no Allianz Parque, o Verdão se classificou ao estabelecer o escore de 3 a 2 no placar agregado. Com isso, o Verdão volta à decisão continental após 21 anos, depois de alcançar a final em 2000.

O JOGO

Em campo, o Palmeiras começou como em Buenos Aires: marcando forte atrás e partindo nos contra-ataques. Nessa estratégia, o Verdão quase abriu o placar aos 9min: Gabriel Menino enfiou ótima bola para Rony, que saiu cara-a-cara com Armani. O atacante tentou driblar o arqueiro, mas acabou desarmado.

O River passou a empurrar cada vez mais, e o Verdão errava muito, permitindo vários lances de perigo aos argentinos. Aos 28, Paulo Díaz roubou a bola de Scarpa na intermediária e soltou um balaço, para grande defesa de Weverton, que espalmou para escanteio.

Mas, na cobrança do corner, De La Cruz bateu com perfeição, Robert Rojas subiu no 3º andar e acertou uma cabeçada fortíssima para abrir o placar. O Palmeiras sentiu o gol e seguiu errando muito. Em seguida, um contra-ataque do time brasileiro quase empatou o jogo minutos depois.

Aos 33min, Rony invadiu a área pela direita e serviu Luiz Adriano. O atacante ajeitou para Zé Rafael chegar batendo por cima, com muito perigo. Mas o River era bem melhor e chegava com facilidade à área palestrina. Aos 37min, Angileri recebeu na esquerda e disparou cruzado, para boa defesa de Weverton.

Em seguida, outra péssima notícia para o Palestra: Gustavo Gómez sentiu dores e pediu para sair e Luan entrou em seu lugar. Mas o zagueiro entrou frio, os Millonarios aproveitaram e chegaram ao 2º gol ainda antes do intervalo. Aos 44, De La Cruz cruzou, Matías Suárez antecipou Luan e resvalou, e a bola encontrou Borré, que só completou de cabeça para o fundo das redes.

Na volta do intervalo, Abel Ferreira voltou com Breno Lopes no lugar de Gustavo Scarpa, que errou muito no 1º tempo. Mas o River voltou com a mesma intensidade e chegou a fazer o 3º gol aos 8 minutos. Para sorte alviverde, ele foi anulado por impedimento na origem do lance. Os argentinos mantiveram a pressão e viram De La Cruz perder mais uma oportunidade clara aos 13, chutando na lateral da rede.

Dois minutos depois, Nacho Fernández disparou de fora da área e Weverton rebateu, em mais um grande lance dos Millonarios. O nervosismo alviverde era palpável, e, aos 20 minutos, o auxiliar Vítor Castanheira foi expulso por reclamar de maneira forte com o árbitro.

Para tentar fechar o time, Abel Ferreira tirou Zé Rafael e colocou Emerson Santos improvisado como volante no meio-campo palestrino. Aos 28, porém, o River perdeu Rojas depois que o zagueiro derrubou Rony, levou o 2º cartão amarelo e deixou a equipe argentina com 10 em campo.

Logo em seguida, o árbitro assinalou pênalti de Alan Empereur em cima de Matías Suárez. No entanto, depois de revisar no VAR, ele concluiu que o argentino se jogou e cancelou a penalidade.

Os estrangeiros continuaram martelando, e Weverton teve que fazer um milagre para defender cabeçada em cobrança de escanteio. No último dos 9 minutos de acréscimo, o VAR ainda checou um possível pênalti para o River, mas o lance foi anulado por impedimento na origem do lance.

Ficha técnica – Palmeiras 0 x 2 River Plate. Rojas e Borré marcaram para o time argentino. Palmeiras – Weverton; Marcos Rocha (Kuscevic), Gustavo Gómez (Luan), Alan Empereur e Matías Viña; Danilo (Raphael Veiga), Gabriel Menino e Zé Rafael; Gustavo Scarpa (Breno Lopes), Rony e Luiz Adriano Técnico: Abel Ferreira. River Plate – Armani; Montiel, Rojas, Diáz, Pinola (Girotti) e Angileri (Casco); Nacho Fernández, Enzo Pérez e De La Cruz (Álvarez); Matías Suárez e Borré Técnico: Marcelo Gallardo.

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