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Sobre pedido de renúncia do mandatário da CBHb

Palavra de Internauta

 
Mestre

A confederação Brasileira de Handebol (CBHb) recebeu, nesta segunda-feira (23), uma carta de pedido de renúncia do atual presidente subscrita pelos atletas: Bruno Carlos de Oliveira, Felipe Borges Dutra Ribeiro, Gil Vicente de Paes Pires, Alice Fernandes da Silva, Eduarda Idalina Amorim, Thiagus Petrus Gonçalves dos Santos, Patrícia Scheppa e Bárbara Elisabeth Arenhart.

Em relação ao seu teor, esclarece:

  1. I) Dos atletas que subscrevem o documento, são membros da comissão de Atletas constituída nos termos dos artigos 36 e 37, do Estatuto vigente: Felipe Borges Dutra Ribeiro, Gil Vicente de Paes Pires, Alice Fernandes da Silva e Bruno Carlos de Oliveira (presidente e representantes da categoria no colégio eleitoral da CBHb, nas Assembleias Eletiva e Ordinária de 2017 e Ordinária e Extraordinária de 2018).
  2. II) O Presidente eleito por 98 votos a 36, encontra-se licenciado do cargo, tendo o seu pedido a época encaminhado ao Presidente do Conselho de Administração da Entidade, conforme os termos da ata da reunião extraordinária do referido órgão (link: https://bit.ly/2Hphnok). O primeiro vice-presidente, senhor Ricardo Souza, encontra-se no exercício do cargo. A referida ata foi publicada no site da entidade em 19 de abril, e posteriormente encaminhada às federações, Presidente das Comissões de Árbitros, Clubes, Atletas, Presidente do Conselho Fiscal, Comitê Olímpico Brasileiro (COB), Ministério do Esporte e patrocinadores.

III) O pedido recebido já foi encaminhado para o Sr Presidente do Conselho de Administração para conhecimento, tomada de providências e manifestação que julgar o órgão colegiado serem pertinentes e necessárias.

  1. IV) No tocante às medidas judiciais mencionados, reiterando o firmado no item 2, de Nota de Esclarecimento veiculada em 07 de abril, cumpre informar que a entidade já está tomando as medidas judiciais cabíveis pautadas pelos princípios da legalidade, legitimidade, contraditório, ampla defesa, respeito e cumprimento de DECISÕES emanadas dos órgãos da justiça Brasileira.

 

A suposta gestão temerária expressada na carta e manifestada nas ações judiciais em curso em Aracaju, bem como em Brasília até a presente data, não lograram êxito. Visto que, os pedidos de intervenção e anulação do pleito eleitoral, não foram deferidos.

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