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A um povão de Deus a alquimia

Palavra de Internauta

 
Mestre

Eis que procuramos desbravar estas terras tropicais

e nela fincar nossos lares, nossos sonhos e amores

numa bela época levamos sobre a cabeça a garoa

e nos refizemos ao fim da manhã  num pastel de feira

em outros momentos vimos ruir nossos sons amigos

sentimos na carne, como em outros povos, o amargo

sal do maniqueísmo, a luta de opostos, não o sol e a lua

não o dia e a noite, as nuvens arquitetas e as estrelas

sob um delírio qualquer, ao qual os sociólogos deram

o nome mal assimilado pelo povo de  ideologias

propostas rígidas, impassíveis, duras como a cabeça

dos burros que se sentem sempre no direito rústico

de empacar e sempre em frente às igrejas que sentem

pouco se lhes importa se católicas, presbiterianas ou

de um raio de crença qualquer, mas eles exibem duros

o saber que não nasceu e se encontra cravado nos moinhos

que certamente se abrem no fosso de nossas terras

pensam comandar daqueles funículos as inteligências

que andam, caminham, voam, imaginam, principalmente

creem que seremos menos répteis que se arrastam

e que souberam criar o mundo e nele nosso povo,

eu, você, todos os humanos que darão um urro de liberdade

qual um vulcão pleno de ideias que se espalharão

pela bela planície, para regá-la na aurora e vê-la verde

no dia em que partiremos em nossa viagem ao futuro.

 

* Amadeu Garrido de Paula, é Advogado, sócio do Escritório Garrido de Paula Advogados.

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