O que une jovens que largam vida profissional, desistem de um namoro e contrariam seus pais?

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Da Redação – A resposta para estas perguntas quem pode responder são cinco jovens que residem no Grande ABC e decidiram mudar de vida e aceitar o chamado de Deus para se tornarem sacerdotes.

Após longos nove anos de intensos estudos serão ordenados padres no próximo dia 4 de agosto, durante cerimônia religiosa que será presidida pelo bispo diocesano Dom Pedro Carlos Cipollini, às 9h, na Paróquia Santo Antônio, com sede no Largo São Francisco, n° 113, Vila Alpina em Santo André.

Conheça os novos padres

– Vinícius Ferreira Afonso: “No meio da graduação, contudo, surgiu uma séria inquietude: relendo minha vida, percebi que Deus e a Igreja ocupavam um lugar muito importante em meu cotidiano e me traziam uma grande realização, razão pela qual comecei a pensar seriamente se eu não estaria chamado a uma vocação específica”

– Rudnei Sertorio “Nunca pensei em ser padre quando era criança. Isso só aconteceu quando tinha 21 anos. Até então, havia passado um tempo longe da comunidade de fé. Lembro que alguns grupos de rua rezavam o Terço e as novenas na casa de meus pais. Eu participei de muitas dessas ocasiões, mas confesso que em tantas outras eu fugia… Ficava na rua”.

– Marcos Vinicius Wanderlei da Silva “Antes de iniciar a acompanhamento, como é hábito em casa, conversei com meus pais. Meu pai não expressou grandes reações nem de positividade e nem de negatividade, manteve-se silencioso em um primeiro momento, respeitando sempre qualquer decisão, o que sempre importou para ele é nossa felicidade. Minha mãe sempre cuidadosa, demonstrou apoiar-me, porém sem grande euforia evitando qualquer pressão. Minha irmã apesar de ser católica, atuante e assim como meus pais, membros das Equipes de Nossa Senhora (ENS), não aceitou bem em um primeiro momento, fez alguns questionamentos, por preocupação mesmo comigo, por carinho, mas logo isso passou, tanto que na minha missa envio ela foi a “Animadora”.

– Cláudio Pereira Santos. “Recordo-me que, ao ouvir a catequista falando com minha mãe no portão, de imediato, sai correndo da sala de casa e disse que queria muito fazer a catequese. Minha mãe autorizou e iniciei minha jornada na igreja. Minha relação na comunidade era muito sadia e agradável; sentia-me acolhido pela comunidade e feliz. Sempre tive apreço pela leitura e a comunidade percebeu esta minha inclinação, e logo fui inserido na liturgia e em outras pastorais”.

– José Aparecido de Sousa “Desde muito jovem queria ser padre, pois queria celebrar missa, mas tudo aconteceu depois da minha crisma. Tive a experiência de namorar, trabalhar e estudar, mas nenhuma destas coisas me completava. Quando um dia um amigo seminarista me disse vai para o seminário você tem jeito de padre, busquei informações e comecei a participar da pastoral vocacional”.

Serviço – Dia 04 de agosto de 2018 – Horário: 09h Local: Paróquia Santo Antônio, Largo São Francisco, n° 113 Vila Alpina – Santo André

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