Derby entre Osasco x Minas é desafio para as maiores bloqueadoras da Superliga

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Mayany, pelo time paulista, e Thaisa, do lado mineiro, lideram as estatísticas do fundamento. As osasquenses buscam a vitória para recuperar a vice-liderança após as partidas adiadas em função do surto de Covid-19

Da Redação – O confronto entre as duas maiores bloqueadoras da Superliga Banco do Brasil 2020/21 marca a partida em que o Osasco São Cristóvão Saúde recebe o Itambé Minas nesta terça-feira (9), a partir das 19h, no ginásio José Liberatti (com transmissão do Sportv 2).

O duelo das centrais Mayany e Thaisa será uma das principais atrações na sexta rodada. Se derrotar o rival de Minas Gerais, atual líder da competição, a equipe osasquense retoma o segundo lugar, posição que deixou de ocupar em função de ter um jogo a menos que os adversários em função dos casos de Covivd-19 que levaram ao adiamento de duas rodadas.

Mayany é a bloqueadora mais eficiente em números absolutos na Superliga, até agora. Soma 65 tocos contra 64 de Thaisa. Mesmo sem jogar há duas partidas por conta do novo coronavírus, ainda segura a ponta na tabela das estatísticas do fundamento. Na média por set, a situação se inverte. A central do Minas tem média de 1,31 bloqueios por parcial e lidera, enquanto a meio de rede osasquense aparece em segundo lugar, com 1,25.

“Claro que fico feliz com os números positivos em relação ao meu desempenho individual, mas porque esse desempenho ajuda o meu time. A partida desta terça vai ser muito difícil, contra um time muito forte. E será exatamente isso, uma partida entre dois grandes times. Não encaro como duelo de uma determinada atleta contra a outra. Importante é vencer”, afirma Mayany.

Com 36 pontos, Osasco ocupa a terceira posição na classificação da Superliga, com um jogo a menos que o Minas (líder com 42 pontos) e Dentil Praia Clube (vice, com 37). Uma vitória nesta terça-feira, recoloca a equipe de Osasco na posição que ocupava antes do surto de Covid-19 que atingiu oito atletas.

“Ainda estamos na fase do recondicionamento técnico, físico e tático, após as meninas ficarem em isolamento por 14 dias. Acredito que fizemos dois bons jogos pela Copa Brasil (vitória sobre o Curitiba e derrota para o Praia, na semifinal), e temos condições de jogar melhor e derrotar o Minas dentro de casa”, comenta a líbero Camila Brait, uma das infectadas pela doença.

Osasco e Minas se enfrentaram no primeiro turno. Em Belo Horizonte, no dia 27 de novembro de 2020. As osasquenses derrotaram o adversário por 3 sets a 0, parciais de 25/15, 25/16 e 25/20. Com 16 acertos, Tandara foi a maior pontuadora do jogo, mas o troféu VivaVôlei e o título de MPV (em eleição nas redes sociais de Osasco) coube a Roberta. 

“Naquela partida, entramos com a tática de sacar bem para quebrar o passe e tirar o poder ofensivo delas. Estudamos muito, mantivemos a disciplina tática e não perdemos a lucidez em nenhum momento. Se conseguirmos repetir esse desempenho, temos todas as chances de ganhar delas novamente”, avalia a levantadora.

Assim como na Copa Brasil, o assistente técnico Jefferson Arosti continua no comando da equipe. O técnico Luizomar segue em franca recuperação e a expectativa é de alta para os próximos dias. Já o auxiliar técnico Spencer Lee deixou o hospital e completa o período de convalescença em casa.

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