Deputada Márcia Lia cobra solução para falta de titular na DDM de São Bernardo

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Unidade aguarda nomeação de delegada pelo Estado há mais de 1 ano

Da Redação – A Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) de São Bernardo continua sem uma delegada titular, mais de um ano depois do pedido de aposentadoria da responsável pela unidade. A deputada estadual Márcia Lia apresentou novo requerimento de informação questionando o Governo do Estado sobre a situação desta DDM e solicitando os prazos e previsões para o preenchimento da vaga.

Em março do ano passado, o então secretário de Segurança Pública, Mágino Barbosa, afirmou pessoalmente em uma agenda com a deputada que era questão de semanas para que uma nova delegada assumisse o posto definitivamente. Mágino confirmou que as mulheres aprovadas em concurso para a vaga estavam fazendo academia, terminariam o treinamento em dias ou semanas e, na sequência, uma delas seria nomeada para a unidade especial.

No entanto, o governo Mário França terminou e outros 3 meses do governo Dória já se passaram, e o caso não foi resolvido. Ao todo, são 13 meses sem delegada titular na DDM de São Bernardo.

No requerimento de informação 17/2019, a deputada Márcia Lia questiona o secretário de Segurança Pública, general João Camilo Pires de Campos, sobre a data de nomeação da nova delegada titular, o nome de quem assume o posto e o prazo para essa definição, caso ainda não tenha uma indicação efetivada, além do prazo para que a nova delegada assuma seu posto de trabalho.

Em dezembro de 2017, a delegada Ângela de Andrade Ferreira Ballarini entrou com pedido de aposentadoria. Antes de se afastar definitivamente, passou um período em férias e em licença-prêmio, de forma que mesmo antes da efetivação do afastamento definitivo a unidade especial já estava sem o comando de uma titular.

Segundo mulheres de São Bernardo do Campo, a falta de uma delegada titular compromete o atendimento às vítimas, o combate à violência doméstica na cidade e, principalmente, a punição aos agressores.

“Queremos um encaminhamento para este caso. É inaceitável a Delegacia de Defesa da Mulher estar sem uma delegada titular em uma cidade com mais de 833 mil habitantes e com uma população feminina que ultrapassa as 430 mil pessoas. É descaso com as mulheres do município, lembrando que estamos falando de atendimento e acolhimento a mulheres em situação de vulnerabilidade emocional, psicológica e até social”, comenta Márcia Lia. O requerimento 17/2019 aguarda resposta do Governo do Estado.

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