Consórcio vai debater reajuste de tarifa de ônibus em janeiro

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Da Redação – O prefeito de São Bernardo e presidente do Consórcio Intermunicipal Grande ABC, Orlando Morando (PSDB), afirmou que as seis cidades consorciadas vão debater na próxima assembleia de prefeitos o reajuste da tarifa de ônibus. Ao ser questionado sobre reajuste Morando disse que o assunto ainda não foi tratado, mas que será pautado na reunião de janeiro. Além disso, afirmou que até o momento não houve qualquer pedido de aumento no valor em São Bernardo.

Historicamente a região espera a decisão da Capital sobre o assunto, apesar que em 2017 os aumentos foram aplicados mesmo com a manutenção da tarifa em R$ 3,80 na Capital. Desde 2013 o reajuste virou uma das pautas regionais, em que as cidades buscaram aplicar valores parecidos, com exceção de Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra, que costumeiramente têm tarifas menores. Em 2017, os novos preços das passagens foram definidos de forma individual. Em São Bernardo, o atual valor é de R$ 4,20, sendo que a exigência dos empresários era de R$ 4,70.

Linha 18 – Em relação à linha 18-Bronze, apelidada de metrô do ABC, Orlando Morando garantiu que vai cobrar da Secretaria de Estado de Transportes Metropolitanos uma resposta sobre o assunto. “Em 2018 seria o ano de entrega da linha. Precisamos de uma resposta, o povo precisa dessa resposta. Foram três aditamentos no contrato. Vamos ver o que vai acontecer”, disse o prefeito ao fazer balanço sobre as principais ações do Consórcio nesta terça-feira (26/12).

A confiança em alguma resolução aumentou com o aumento do raiting do governo do Estado, que subiu para categoria B e, assim, permitiu a realização de financiamentos. O comando do Palácio dos Bandeirantes tenta um empréstimo internacional para realizar as desapropriações, a primeira fase da obra. No orçamento estadual, foram destinados R$ 20 milhões para a linha, que vai ligar São Paulo a São Caetano, Santo André e São Bernardo.

Remédios – Sobre a distribuição de remédios de alto custo, Orlando Morando contou que o GT (Grupo de Trabalho) Saúde, do Consórcio, propôs ao governo do Estado fazer a distribuição a partir do Poupatempo, e assim facilitar a vida dos munícipes da região, que só têm como opção a retirada de remédios no Hospital Mário Covas, em Santo André. Até o momento não houve uma resposta sobre o assunto.

Realizações – Sobre o Consórcio, Morando destacou a mudança da entidade e disse que a instituição deixou de ser uma “fábrica de projetos e pesquisas”. Entre as principais realizações estão o escritório de Brasília, a parceria com a União Europeia, a realização dos Jogos Abertos do Interior de forma regional, em parceria com o Estado, e a criação do Centro de Gerenciamento de Emergência (CGE).

A intenção da entidade no próximo ano é concluir os planos de mobilidade e assim conseguir a verba necessária do Ministério das Cidades para o início das obras. Até o momento, apenas Rio Grande da Serra conseguiu realizar algumas intervenções previstas no PAC (Plano de Aceleração do Crescimento) Mobilidade. (Carlos Carvalho/Repórter Diário)

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