Saiba mais sobre a Leishmaniose

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Ultimamente fui abordada por várias pessoas me perguntando sobre a Leishmaniose. Eu, particularmente, aconselho o tratamento. Mas já na Faculdade aprendi que deveria ser comunicado imediatamente o Centro de Controle de Zoonoses da cidade para proceder a eutanásia do animal.

Discordo plenamente , pois conheço casos que os animais se recuperaram e estão sadios..para mim, nada justifica o sacrifício de um animal. Devemos lutar ate os últimos segundos. Segue, alguns textos retirados da Internet para que você leitor, fique por dentro.

Acredito que esse mosquito não demorará muito a chegar por aqui…Vamos prevenir nossos bichinhos.

Essa página no face, dá uma boa clareada nas dúvidas: https://www.facebook.com/LeishmanioseCanina

O que é – A Leishmaniose é uma doença infectocontagiosa causada por um protozoário, conhecido como Leishmania spp., que é transmitido pela picada do mosquito flebótomo infectado, também conhecido como “mosquito palha” ou “birigui”. É considerada uma zoonose e pode acometer homens e cães. Nos caninos de estimação, ela é conhecida como Leishmaniose Visceral Canina.

Formas de transmissão – A transmissão só ocorre quando o animal é picado pelo mosquito infectado e uma vez doente, o cão não oferece risco para outros animais e nem mesmo para ser humano. Desta forma, o homem só pode ser infectado, se também for picado por um flebótomo contaminado, salvo os gatos que não são acometidos por esta patologia”.

Sintomas e diagnóstico – A confirmação da doença só pode ser feita através de exame de sangue, que aponte aumento das enzimas hepáticas ou anemia; e de exame citológico, feito a partir de pequenas amostras de tecidos, como a medula óssea, o baço e o fígado.

Alguns sintomas que estão associados à doença e que podem levar o proprietário a desconfiar da enfermidade são: descamação seca da pele, pelos quebradiços, nódulos na pele, úlceras, febre, atrofia muscular, fraqueza, anorexia, falta de apetite, vômito, diarreia, lesões oculares e sangramentos. Nas formas mais graves, a Leishmaniose pode acarretar anemia e outras doenças imunes.

Tratamento da Leishmaniose – O tratamento da Leishmaniose Visceral Canina ainda é polêmico. “Os ministérios da Saúde e da Agricultura determinam que animais infectados pela doença, devem ser sacrificados; o que causa revolta nos proprietários, pois os animais de estimação são considerados ‘membros’ da família. Porém, o tratamento não é proibido e pode ser sintomático, com medicações veterinárias de uso oral, que podem até ser manipuladas , vale então a medida preventiva que os proprietários devem vacinar seus principalmente aqueles que residem em locais onde os registros da doença são maiores.

A Leishmaniose Visceral Canina tem tratamento. O Tratamento da Leishmaniose Visceral Canina pode ser feito utilizando diferentes drogas. As drogas para o tratamento da Leishmaniose Visceral Canina são muito baratas e podem ser, inclusive, manipuladas em farmácias. O tratamento da Leishmaniose Visceral Canina exige compromisso tanto do Médico Veterinário como do proprietário.

O tratamento da Leishmaniose Visceral Canina não é proibido. O que está proibido no Tratamento da Leishmaniose Visceral Canina é o uso de Medicamentos da linha humana, mas mesmo esta proibição de uso de Medicamentos para o tratamento da Leishmaniose Visceral Canina está sendo questionada judicialmente pois uma Portaria Ministerial não tem competência legal para proibir um tratamento de Leishmaniose Visceral Canina. Somente a Lei, em sentido estrito, pode impedir o tratamento da Leishmaniose Visceral Canina.

Nos tratamentos cujos resultados são apresentados a seguir, foram utilizadas as seguintes drogas: Alopurinol, Cetoconazol, Levamizol, Vitamina A, Zinco, Aspartato de L-arginina e Prednisona. Nunca utilizamos Glucantime ou Anfotericina B em nossos tratamentos. Toda medicação é realizada na casa do proprietário, ministrada através de comprimidos ou cápsulas.

Como prevenir – No Brasil, existe atualmente no mercado uma vacina contra a Leishmaniose Visceral Canina, procure seu veterinário de confiança e já proteja, seu animal. Não demorará muito para que esse mosquito chegue à São Paulo, o interior como Tupã e adjacências já tem um número considerável de animais acometidos pela doença.

O programa vacinal deve ser associado a outras medidas de controle, como combate ao inseto vetor (flebótomo), com a aplicação de inseticida no ambiente e o uso de produtos repelentes no cão, também já existentes no mercado pet do Brasil.

* dados tirados da internet!!!

Espero que tenha ajudado…

Até a próxima, pessoal!

 

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